Desmistificando o mapeamento das competências

Patrícia Bispo

Cada vez mais as empresas buscam mapear as competências para otimizar o desempenho dos colaboradores e, conseqüentemente, se manterem competitivas no mercado de trabalho. No entanto, o problema é que algumas organizações ainda não adotam essa metodologia por desconhecerem como esse recurso deve ser aplicado corretamente. Na prática, o mapeamento das competências não é um “bicho de sete cabeças” como muitas pessoas imaginam e pode ser utilizado por qualquer empresa, desde que a organização tenha vontade para aceitar mudanças e esteja disposta a rever a sua própria cultura.

Se antes, mapear competências parecida uma tarefa difícil de ser cumprida, hoje a área de Recursos Humanos encontra à sua disposição ferramentas que facilitam consideravelmente esse trabalho. Um exemplo de recurso que vem sendo utilizado no mercado é o Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências – uma metodologia que viabiliza a implantação da gestão por competências de forma rápida e eficaz. Segundo Rogerio Leme, criador da metodologia e diretor da AncoraRh Informática, essa ferramenta permite que as empresas tenham uma considerável economia na etapa “burocrática” da implantação do processo. Essa economia, oferecida pela metodologia, pode ser transferida para a etapa de resultados do processo que corresponde ao treinamento e ao desenvolvimento dos colaboradores de forma muito mais rápida do que ocorre nos processos tradicionais.

A necessidade de criar o Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências, surgiu quando Leme visitou algumas empresas e constatou que existiam três grandes “tabus” no mercado. O primeiro era que as organizações, na maioria, acreditavam que implantar a gestão por competências exigia um custo elevado de investimentos. Somando-se a esse fato e para complicar ainda mais a situação, muitos profissionais pensavam que a gestão por competências era um processo que só deveria ser aplicado por companhias de grande porte. “Além disso, em minhas visitas constatei também as empresas imaginavam que somente era possível implantar o processo com o auxílio de uma consultoria externa. Associado a tudo isso, percebi que as metodologias existentes no mercado eram subjetivas ao mensurarem o nível de competências necessárias para cada função”, relembra Leme.

Antes de começar a elaborar o Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências, o idealizador da metodologia resolveu investir em pesquisas. Além de ter consultado uma vasta literatura sobre o assunto, Rogerio Leme executou vários testes com os princípios utilizados pelo inventário comportamental, colocando os conceitos que desenvolveu em prova ao apresentar seu trabalho a especialistas da área. “Todo esse meu trabalho objetivou atender às necessidades dos profissionais de RH que atuam dentro das empresas, dos gestores e das consultorias”, afirma o diretor da AncoraRh Informática.

Quando questionado sobre o diferencial da sua metodologia oferece quando comparada com as já existentes no mercado, Rogerio Leme ressalta que o Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências é a única ferramenta comprovada matematicamente que se encontra disponível em literatura. Por outro lado, o mapeamento é extremamente simples, não subjetivo e pode ser aplicado pela própria empresa ou com o auxílio de consultoria que passa a executar o papel de orientador. Outro detalhe marcante é que a metodologia traz uma linha onde as pessoas realmente entendem o processo, uma vez que se trabalha com os indicadores de competências.

A prática – O Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências funciona de forma participativa, ou seja, os colaboradores de cada função são escolhidos por amostragem e submetidos a uma atividade de coleta de indicadores que é chamada “Gosto/Não Gosto/O Ideal Seria”. Da consolidação desses, por sua vez, são identificados os indicadores de competências que a empresa precisa e, conseqüentemente, as competências organizacionais são visualizadas de forma natural e com foco na realidade da companhia.

A partir desse ponto, são determinados quais desses indicadores serão necessários para cada função, chegando ao nível de competências da função. Vale salientar que a transformação desses indicadores, realizada através de questionamentos feitos aos colaboradores, possibilita um processo de avaliação com foco em competências. “Um resumo do Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências foi registrado no livro ‘Ferramentas de Avaliação de Performance com Foco em Competências’, de Maria Odete Rabaglio. Em breve, todos os detalhes dessa metodologia estarão disponíveis em meu livro que será lançado nos próximos meses, ‘Aplicação Prática de Gestão de Pessoas com foco em Competências’, bem como através dos treinamentos que venho ministrando sobre a metodologia”, comenta Rogerio Leme.

As vantagens da metodologia – Sobre as vantagens que o inventário comportamental gera para as empresas, o criador da metodologia menciona que através desse recurso as empresas conseguem identificar o que precisa ser treinado de forma mais rápida e em menos tempo. Já as consultorias que utilizarem essa metodologia podem oferecer um novo serviço, tornando-se mais competitivas no que se refere aos preços e principalmente em relação à qualidade de produtos.

“O profissional de RH terá a oportunidade de realizar treinamento e desenvolvimento sob medida, com foco em competências. Isso significa que não haverá perda de dinheiro com treinamentos indevidos e o colaborador terá maior eficiência em sua função, sendo capaz de executá-la melhor, o que também significa empregabilidade”, finaliza o diretor da AncoraRh Informática.
Patrícia Bispo

Cada vez mais as empresas buscam mapear as competências para otimizar o desempenho dos colaboradores e, conseqüentemente, se manterem competitivas no mercado de trabalho. No entanto, o problema é que algumas organizações ainda não adotam essa metodologia por desconhecerem como esse recurso deve ser aplicado corretamente. Na prática, o mapeamento das competências não é um “bicho de sete cabeças” como muitas pessoas imaginam e pode ser utilizado por qualquer empresa, desde que a organização tenha vontade para aceitar mudanças e esteja disposta a rever a sua própria cultura.

Se antes, mapear competências parecida uma tarefa difícil de ser cumprida, hoje a área de Recursos Humanos encontra à sua disposição ferramentas que facilitam consideravelmente esse trabalho. Um exemplo de recurso que vem sendo utilizado no mercado é o Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências – uma metodologia que viabiliza a implantação da gestão por competências de forma rápida e eficaz. Segundo Rogerio Leme, criador da metodologia e diretor da AncoraRh Informática, essa ferramenta permite que as empresas tenham uma considerável economia na etapa “burocrática” da implantação do processo. Essa economia, oferecida pela metodologia, pode ser transferida para a etapa de resultados do processo que corresponde ao treinamento e ao desenvolvimento dos colaboradores de forma muito mais rápida do que ocorre nos processos tradicionais.

A necessidade de criar o Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências, surgiu quando Leme visitou algumas empresas e constatou que existiam três grandes “tabus” no mercado. O primeiro era que as organizações, na maioria, acreditavam que implantar a gestão por competências exigia um custo elevado de investimentos. Somando-se a esse fato e para complicar ainda mais a situação, muitos profissionais pensavam que a gestão por competências era um processo que só deveria ser aplicado por companhias de grande porte. “Além disso, em minhas visitas constatei também as empresas imaginavam que somente era possível implantar o processo com o auxílio de uma consultoria externa. Associado a tudo isso, percebi que as metodologias existentes no mercado eram subjetivas ao mensurarem o nível de competências necessárias para cada função”, relembra Leme.

Antes de começar a elaborar o Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências, o idealizador da metodologia resolveu investir em pesquisas. Além de ter consultado uma vasta literatura sobre o assunto, Rogerio Leme executou vários testes com os princípios utilizados pelo inventário comportamental, colocando os conceitos que desenvolveu em prova ao apresentar seu trabalho a especialistas da área. “Todo esse meu trabalho objetivou atender às necessidades dos profissionais de RH que atuam dentro das empresas, dos gestores e das consultorias”, afirma o diretor da AncoraRh Informática.

Quando questionado sobre o diferencial da sua metodologia oferece quando comparada com as já existentes no mercado, Rogerio Leme ressalta que o Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências é a única ferramenta comprovada matematicamente que se encontra disponível em literatura. Por outro lado, o mapeamento é extremamente simples, não subjetivo e pode ser aplicado pela própria empresa ou com o auxílio de consultoria que passa a executar o papel de orientador. Outro detalhe marcante é que a metodologia traz uma linha onde as pessoas realmente entendem o processo, uma vez que se trabalha com os indicadores de competências.

A prática – O Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências funciona de forma participativa, ou seja, os colaboradores de cada função são escolhidos por amostragem e submetidos a uma atividade de coleta de indicadores que é chamada “Gosto/Não Gosto/O Ideal Seria”. Da consolidação desses, por sua vez, são identificados os indicadores de competências que a empresa precisa e, conseqüentemente, as competências organizacionais são visualizadas de forma natural e com foco na realidade da companhia.

A partir desse ponto, são determinados quais desses indicadores serão necessários para cada função, chegando ao nível de competências da função. Vale salientar que a transformação desses indicadores, realizada através de questionamentos feitos aos colaboradores, possibilita um processo de avaliação com foco em competências. “Um resumo do Inventário Comportamental para Mapeamento das Competências foi registrado no livro ‘Ferramentas de Avaliação de Performance com Foco em Competências’, de Maria Odete Rabaglio. Em breve, todos os detalhes dessa metodologia estarão disponíveis em meu livro que será lançado nos próximos meses, ‘Aplicação Prática de Gestão de Pessoas com foco em Competências’, bem como através dos treinamentos que venho ministrando sobre a metodologia”, comenta Rogerio Leme.

As vantagens da metodologia – Sobre as vantagens que o inventário comportamental gera para as empresas, o criador da metodologia menciona que através desse recurso as empresas conseguem identificar o que precisa ser treinado de forma mais rápida e em menos tempo. Já as consultorias que utilizarem essa metodologia podem oferecer um novo serviço, tornando-se mais competitivas no que se refere aos preços e principalmente em relação à qualidade de produtos.

“O profissional de RH terá a oportunidade de realizar treinamento e desenvolvimento sob medida, com foco em competências. Isso significa que não haverá perda de dinheiro com treinamentos indevidos e o colaborador terá maior eficiência em sua função, sendo capaz de executá-la melhor, o que também significa empregabilidade”, finaliza o diretor da AncoraRh Informática.

Fonte: RH.COM.BR

link: http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4080&org=1


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